quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dor no peito é a mais temida.

Várias doenças do esôfago, pulmão, músculos, costelas, mama e da pele podem causar dor. No entanto, uma das dores mais temidas é a dor no peito. A dor no peito costuma ser associada a uma doença do coração. Mas há várias outras causas, visto que o tórax é formado por órgãos e tecidos que podem manifestar sensações dolorosas. Além disso, alterações da coluna, estresse ou simplesmente gases também provocam dores no peito que podem ser confundidas com doenças do coração. Somente um médico está habilitado a identificar a causa. Portanto, a qualquer sinal de dor, evite qualquer tipo de esforço e procure socorro imediatamente. O atendimento emergencial é decisivo em muitos casos. Ao chegar ao hospital com uma dor no peito, informe rapidamente o que sente para que seu atendimento possa ser direcionado corretamente. Angina e infarto A angina (dor no peito) é causada pelo estreitamento das artérias que conduzem sangue ao coração. A limitação da irrigação sanguínea provoca uma deficiência no suprimento de nutrientes e de oxigênio nesse órgão. A dor é sinal de que o coração está recebendo menos sangue do que precisa. Algumas vezes, a falta de oxigênio é significativa e, então, ocorre o infarto, que é o comprometimento de uma parte do músculo cardíaco. A angina é frequente tanto em homens como em mulheres, porém a incidência do infarto do miocárdio é maior no sexo masculino. No Brasil, estima-se que ocorram 350 mil infartos por ano. A doença é responsável pelo óbito de 90 mil pessoas no país anualmente. Fatores de risco Alguns fatores determinantes para o desenvolvimento de angina e infarto são: • Hereditariedade • Doenças como obesidade, hipertensão, colesterol e triglicérides alto, diabetes, entre outras • Tabagismo • Sedentarismo • Estresse Medidas preventivas A melhor maneira de se proteger é reduzir a exposição aos fatores de risco. Confira algumas medidas: • Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de bebida alcoólica • Controlar a pressão arterial, o peso e os níveis de açúcar e gordura no sangue • Manter uma alimentação saudável rica em frutas, hortaliças e fibras e evitar alimentos gordurosos e consumo exagerado de sal • Praticar exercícios físicos, conforme orientação médica • Gerenciar situações de estresse Consulte regularmente o seu médico.